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segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Justiça condenou um casal de Pelotas pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico

Operação Caixa-Forte II: casal investigado pelo GAECO/MPRS é condenado por tráfico de drogas em Pelotas



A pedido do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio Grande do Sul (GAECO/MPRS), a Justiça condenou um casal de Pelotas investigado no âmbito da Operação Caixa-Forte II, deflagrada em 2024. 

A sentença foi proferida pela 2ª Vara Estadual de Processo e Julgamento dos Crimes de Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro, em Porto Alegre, e publicada nesta segunda-feira, 13 de outubro.

Os dois réus foram condenados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. 

As penas aplicadas foram de 19 anos e oito meses de reclusão para o homem; e de 12 anos de prisão para a mulher, ambas em regime fechado. 

Também foi decretada a apreensão dos bens localizados com eles durante a operação, como um carro e dinheiro em espécie. 

No dia 10 de julho deste ano, outros três investigados pelo GAECO, que já se encontram no sistema prisional, receberam, respectivamente, penas de reclusão de 13 anos e quatro meses; 12 anos; e cinco anos e 10 meses; além de pagamento de multas.

De acordo com a denúncia oferecida pelo promotor de Justiça Rogério Meirelles Caldas, coordenador do 10º Núcleo Regional do GAECO – Sul e responsável pela operação, os réus mantinham vínculo com uma organização criminosa que atua em Pelotas e operavam o tráfico em um dos bairros da cidade. 

A mulher foi flagrada com drogas, R$ 39 mil em dinheiro e um celular, após tentativa de fuga durante abordagem. As investigações apontaram que ela atuava como braço operacional do companheiro, que estava sob monitoramento eletrônico e é um dos líderes do grupo criminoso.

OPERAÇÃO CAIXA-FORTE II

A Operação Caixa-Forte II foi deflagrada em 24 de novembro de 2024 pelo GAECO/MPRS, após análise de documentos apreendidos na primeira fase da operação, realizada em dezembro de 2023. 

A investigação revelou que uma organização criminosa movimentou mais de R$ 32 milhões com tráfico de drogas e entrada de celulares no Presídio Regional de Pelotas (PRP), contando com apoio de um policial penal, que foi preso. 

A ação mobilizou cerca de 850 agentes para cumprir mais de 170 mandados em 13 cidades do Sul do país.

Evaldo Gomes Notícias/Canguçu - Cópia é autorizada desde que seja citado o autor da publicação ou onde está veiculado.





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