
TRIBUNAL DO JÚRI | Na sessão dessa segunda-feira (13), o acusado G.L.C. foi julgado por homicídio qualificado pelo corpo de jurados. A denúncia do Ministério Público sustentou que o crime foi cometido com as qualificadoras de motivo fútil, emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e emprego de fogo. A qualificadora de motivo fútil foi afastada do processo, logo não fez parte do julgamento.
De acordo com a acusação, o réu inconformado com o fim de seu relacionamento, surpreendeu a vítima, que estava trocando um botijão de gás, jogou álcool em seu corpo e em seguida ateou fogo. A vítima recebeu atendimento eficaz e foi hospitalizada, porém não resistiu aos ferimentos e veio a falecer.
Ao final do julgamento, G.L.C. foi considerado culpado, com o reconhecimento das qualificadoras de emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e emprego de fogo, e condenado a 24 anos de reclusão.
Durante a sessão, o Ministério Público foi representado pelo promotor de Justiça Dr. Leonardo Giron, 1º Promotor de Justiça Criminal de Rio Grande.
#promotoriarg
JULGAMENTO ⚖️ O Tribunal do Júri de Rio Grande condenou nesta segunda-feira (13) *Gabriel Lima Corrêa*, 28 anos, acusado de matar o ex-companheiro, *Marcelo da Silveira Machado*, policial civil da cidade de São Gabriel, em um crime ocorrido no Balneário Cassino em janeiro de 2025.
Segundo a denúncia, o crime aconteceu no dia 20 de janeiro de 2025, em um apartamento localizado na Rua Bagé, no Cassino. A vítima trocava um botijão de gás quando o acusado teria *jogado álcool sobre o então companheiro e ateado fogo*.
Crime ocorreu em janeiro de 2025 enquanto vítima estava trocando botijão de gás em apartamento
O Tribunal do Júri da Comarca de Rio Grande julgou nesta segunda-feira (13) Gabriel Lima Corrêa, 28 anos, acusado de matar o ex-companheiro, Marcelo da Silveira Machado, policial civil da cidade de São Gabriel, em um crime ocorrido no Balneário Cassino em janeiro de 2025.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, o crime aconteceu no dia 20 de janeiro de 2025, em um apartamento localizado na Rua Bagé, no Cassino.
Conforme a acusação, a vítima trocava um botijão de gás quando o acusado teria jogado álcool sobre o então companheiro e ateado fogo.
Na ocasião, a vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros, permaneceu internada por oito dias e morreu em 28 de janeiro, em decorrência de infecções causadas por queimaduras extensas e lesões nas vias aéreas.
Segundo a denúncia, o Ministério Público sustenta que o acusado agiu por não aceitar o término do relacionamento e denunciou Gabriel Lima Corrêa por homicídio qualificado por motivo fútil, emprego de fogo e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Evaldo Gomes Notícias - Canguçu/RS. Respeite os créditos.
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