Total de visualizações de página

FÊNIX SEGURANÇA PRIVADA

FÊNIX SEGURANÇA PRIVADA
Toque na imagem

AUTO RESGATE CANGUÇU

AUTO RESGATE CANGUÇU
Toque na imagem

CONCRETOS FIGUEIRA

CONCRETOS FIGUEIRA
Toque na imagem

BRASIL ODONTOLOGIA

BRASIL ODONTOLOGIA
Toque na imagem

M3 AMBIENTES PLANEJADOS

M3 AMBIENTES PLANEJADOS
Toque na imagem

RURAL NET - INTERNET RURAL

RURAL NET - INTERNET RURAL
Toque na imagem

CLÍNICA DR. FARINA

CLÍNICA DR. FARINA
Toque na imagem

BRUNA ROZA MICROPIGMENTAÇÃO

BRUNA ROZA MICROPIGMENTAÇÃO
Toque na imagem

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

MPRS DENUNCIA QUATRO SERVIDORES ENVOLVIDOS EM DESVIO DE ALIMENTOS, MEDICAMENTOS E OUTROS CRIMES NO PRESÍDIO ESTADUAL DE GETÚLIO VARGAS




O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio da Promotoria de Justiça de Getúlio Vargas, ofereceu denúncia contra quatro servidores do Presídio Estadual de Getúlio Vargas, nesta segunda-feira, 24 de novembro. 

A denúncia, apresentada pelo promotor de Justiça João Augusto Follador, aponta a prática dos crimes de peculato, tráfico de drogas, posse ilegal de munições, condescendência criminosa e prevaricação, em decorrência da Operação Muralha.

Segundo a investigação, um agente penitenciário teria desviado, entre 2016 e 2025, gêneros alimentícios, medicamentos, produtos de limpeza e utensílios da casa prisional, aproveitando-se da função pública. Também foram constatadas a posse e comercialização irregular de medicamentos controlados, caracterizando tráfico de drogas, além da apreensão de munições calibre .38 em sua residência. O denunciado agia de madrugada, quando os colegas estavam dormindo.

A então diretora do presídio foi denunciada por condescendência criminosa e prevaricação, por não responsabilizar o agente envolvido e por adotar medidas para impedir apurações, incluindo o afastamento de policiais que denunciavam irregularidades. Um policial penal também foi denunciado por condescendência criminosa, por influenciar a diretora a manter a omissão. Já o chefe de segurança responde por peculato culposo, por negligência na fiscalização, permitindo ambiente favorável para os desvios.

O MPRS requereu o andamento da ação penal e a fixação de valor mínimo para reparação dos danos causados, não inferior a 20 salários mínimos.

Evaldo Gomes Notícias - Canguçu - ao copiar cite a fonte






Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários são de inteira responsabilidade do leitor e não representam a opinião do Blog