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sábado, 17 de janeiro de 2026

Marcha silenciosa em 21.01.2026 por Justiça pelo feminicídio de Letícia Foster Rodrigues em Canguçu


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Familiares, amigos e comunidade irão realizar a missa de sétimo dia por Letícia Foster Rodrigues, no dia 21.01.2026, às 14 horas na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição em Canguçu. 

Letícia foi falecida por feminicídio, fato que comoveu o município. 

A marcha será silenciosa e pacífica e o itinerário será até a Farmácia São João,  onde ela foi vista pela última vez. 

A organização pede que os participantes vistam branco. 


Banner confeccionado pela organização da marcha

Evaldo Gomes Notícias - Canguçu 
Ao copiar cite a fonte 
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RELEMBRE:


Foi sepultada na tarde de quarta-feira,  14.01.2026,  no cemitério de Canguçu Letícia Foster Rodrigues de 37 anos, que foi vítima de feminicídio consumado. 

O Corpo foi encontrado na tarde de terça-feira,  13.01.2026,  em uma área rural no Alto do Vime, no interior do município.

Ela saiu na companhia do acusado da morte, seu ex-companheiro, na manhã de 12.01.2026 e desapareceu. Letícia tinha medidas protetivas de urgência, segundo familiares.

O homem foi preso em Bagé portando drogas. Ele é o principal suspeito.

Letícia foi degolada. A Brigada Militar e a Polícia Civil atenderam a ocorrência. 

O delegado Luciano Cabreira é o responsável pela investigação. 

"Ele tirava toda a alegria dela", diz irmã de mulher encontrada morta em Canguçu

Letícia Foster Rodrigues, de 37 anos, está sendo velada nesta quarta-feira (14); polícia investiga caso como feminicídio

Descrita pela irmã como "alegre, sorridente e de bem com a vida", Letícia Foster Rodrigues, de 37 anos, foi encontrada morta na noite de terça-feira (13), em Canguçu, no sul do Estado. O caso é investigado como feminicídio.

— Ele tirava toda a alegria dela e a vontade de viver — afirma a irmã, Betina Foster, ao se referir ao companheiro de Letícia, William Bizarro Porto, de 36 anos, preso por suspeita de tê-la matado.

— Ela trabalhava, porém ele tirou até isso, buscava ela no serviço, batia nela, agredia, arrancava ela do trabalho. Fez ela parar de trabalhar, tirou a vontade de viver dela — relata Betina.

Segundo a irmã, o cunhado era ciumento e não deixava ela sequer ter celular.

— Quando ela comprava, ele quebrava o celular. Cuidava com quem ela falava, inclusive comigo, com a minha mãe. Ele cuidava o que ela estava falando e com quem estava falando — detalha.

Letícia deixou dois filhos. O mais novo, de 4 anos, é filho do suspeito e, de acordo com a irmã, testemunhava as agressões.

— Ele fazia essas agressões e não perdoava ninguém. Não tinha receio de ninguém. Ele era muito manipulador — alega.

Ele já havia sido preso por descumprir medidas protetivas

A Polícia Civil não revelou a identidade do suspeito, mas a reportagem de GZH apurou que se trata de William Bizarro Porto. Ele possuía histórico de violência doméstica. Em 2025, Letícia registrou ocorrência por lesão corporal e relatou que foi ferida no braço com uma faca.

A vítima solicitou medidas protetivas de urgência, que foram descumpridas mais de uma vez pelo investigado. William foi preso em março do ano passado, mas foi solto em agosto.

O corpo de Letícia foi encontrado com sinais de degolamento no final da tarde de terça-feira, em uma área de mata na zona rural de Canguçu. 

O investigado já havia sido preso em flagrante na manhã de terça-feira (13), por tráfico de drogas, em Bagé, na Campanha, mas, com o avanço das investigações e a localização do corpo da vítima, a polícia formalizou o pedido de prisão preventiva pelo crime de feminicídio.

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Evaldo Gomes Notícias - Canguçu - Ao copiar cite a fonte







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