O Ministério Público Federal (MPF) denunciou oito membros de
organização criminosa destinada abastecer o comércio de
entorpecentes da região através do tráfico internacional de drogas, além de, ocasionalmente, municiar
seus integrantes e outros criminosos com a prática do tráfico
internacional de armas. Com o desmantelamento da facção criminosa, através
da prisão preventiva de 4 integrantes (os 2 principais líderes e
outros 2 pontuais membros) espera-se também diminuir a
ocorrência de delitos que circundam essas organizações, como homicídio,
lesão corporal, ameaça, receptação, dentre outros.
A partir de investigações realizadas no bojo da denominada “Operação Highlander”, iniciada em junho de 2019, ficou comprovada a existência de uma organização criminosa, com membros estrategicamente alocados em Bonito/MS, Ponta Porã/MS e São José do Norte/RS, deliberada à aquisição, na Bolívia ou Paraguai, dos mais variados tipos de entorpecentes e armas, os quais eram encaminhados a um dos seguimentos da organização, localizado em São José do Norte, mas também direcionados e revendidos a outros grupos criminosos de diversos estados do Brasil.
Ao longo da investigação ficou comprovado, outrossim, o funcionamento de uma segunda organização criminosa, sediada na cidade fronteiriça do Chuí/RS, a qual adquiria drogas de outros grupos criminosos do Brasil, que tinha por destino abastecer o comércio consumidor de entorpecentes do Uruguai, efetuando o pagamento com dinheiro ou com armas. Ainda foi apurado, que esses elementos negociavam o estabelecimento de um comércio fixo de venda de drogas para o Uruguai em quantidade bastante significativa em comparação com as negociações comprovadas.
A partir de investigações realizadas no bojo da denominada “Operação Highlander”, iniciada em junho de 2019, ficou comprovada a existência de uma organização criminosa, com membros estrategicamente alocados em Bonito/MS, Ponta Porã/MS e São José do Norte/RS, deliberada à aquisição, na Bolívia ou Paraguai, dos mais variados tipos de entorpecentes e armas, os quais eram encaminhados a um dos seguimentos da organização, localizado em São José do Norte, mas também direcionados e revendidos a outros grupos criminosos de diversos estados do Brasil.
Ao longo da investigação ficou comprovado, outrossim, o funcionamento de uma segunda organização criminosa, sediada na cidade fronteiriça do Chuí/RS, a qual adquiria drogas de outros grupos criminosos do Brasil, que tinha por destino abastecer o comércio consumidor de entorpecentes do Uruguai, efetuando o pagamento com dinheiro ou com armas. Ainda foi apurado, que esses elementos negociavam o estabelecimento de um comércio fixo de venda de drogas para o Uruguai em quantidade bastante significativa em comparação com as negociações comprovadas.
Assessoria de Comunicação Social
Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul

Parabéns aos policiais e que continuem assim.
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