A descrição de um dos funcionários de uma empresa de
rede atacadista foi de estar vivendo cenas de um filme policial. Um grupo
armado invadiu o local, na madrugada desta terça-feira, 21, em Rio Grande, e
fez os funcionários reféns.
Por volta das 2h30min, da madrugada, um grupo de funcionários trabalhava na limpeza e conferência do estoque. De repente, um dos trabalhadores foi surpreendido por um homem vindo em sua direção correndo, com roupas camufladas e de touca, deixando apenas os olhos visíveis.
Imediatamente, outros bandidos renderam os seguranças e mandaram que todos ficassem dentro do banheiro, totalizando 15 pessoas. Ainda, ficaram sem os celulares e carteiras, mas foram devolvidos posteriormente. Uma das vítimas, que não quis se identificar, contou que, a todo o momento, eles diziam que não queriam nada deles, apenas o dinheiro do cofre.
Os reféns ficaram cerca de três horas dentro do banheiro, porque foram alertados que, se saíssem, iriam morrer. As câmeras de segurança foram danificadas.
Por volta das 2h30min, da madrugada, um grupo de funcionários trabalhava na limpeza e conferência do estoque. De repente, um dos trabalhadores foi surpreendido por um homem vindo em sua direção correndo, com roupas camufladas e de touca, deixando apenas os olhos visíveis.
Imediatamente, outros bandidos renderam os seguranças e mandaram que todos ficassem dentro do banheiro, totalizando 15 pessoas. Ainda, ficaram sem os celulares e carteiras, mas foram devolvidos posteriormente. Uma das vítimas, que não quis se identificar, contou que, a todo o momento, eles diziam que não queriam nada deles, apenas o dinheiro do cofre.
Os reféns ficaram cerca de três horas dentro do banheiro, porque foram alertados que, se saíssem, iriam morrer. As câmeras de segurança foram danificadas.
No pátio, um caminhoneiro aguardava para descarregar. Foi detido também pelos bandidos, juntamente com sua família, e levados para o banheiro, permanecendo junto com os funcionários.
As vítimas conseguiram ligar para pedir socorro, depois de algumas horas. Eles não tinham coragem para sair do local, com medo que eles ainda estivessem dentro do estabelecimento. As luzes foram apagadas e os bandidos utilizavam rádio de comunicação.
Uma das reféns estava com o celular dentro da bota e foi utilizado para chamar a polícia.
A gerente da empresa confirmou o assalto com reféns, mas afirmou que nada foi levado. A Polícia aguarda a perícia do local.
Grupo Oceano
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