Total de visualizações de página

FÊNIX SEGURANÇA PRIVADA

FÊNIX SEGURANÇA PRIVADA
Toque na imagem

AUTO RESGATE CANGUÇU

AUTO RESGATE CANGUÇU
Toque na imagem

CONCRETOS FIGUEIRA

CONCRETOS FIGUEIRA
Toque na imagem

BRASIL ODONTOLOGIA

BRASIL ODONTOLOGIA
Toque na imagem

M3 AMBIENTES PLANEJADOS

M3 AMBIENTES PLANEJADOS
Toque na imagem

RURAL NET - INTERNET RURAL

RURAL NET - INTERNET RURAL
Toque na imagem

CLÍNICA DR. FARINA

CLÍNICA DR. FARINA
Toque na imagem

BRUNA ROZA MICROPIGMENTAÇÃO

BRUNA ROZA MICROPIGMENTAÇÃO
Toque na imagem

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Encruzilhada do Sul: acusada pelo MPRS é condenada a 24 anos de prisão por homicídio qualificado do próprio filho



O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) obteve a condenação de uma mulher pelo homicídio qualificado de seu filho, de apenas dois anos de idade, em Encruzilhada do Sul. 

A ré foi sentenciada a 24 anos e 10 meses de reclusão, em julgamento realizado pelo Tribunal do Júri na quarta-feira, 24 de setembro. 

A condenação se deu na modalidade de omissão imprópria, com o reconhecimento de todas as qualificadoras e agravantes sustentadas pelo MPRS, incluindo meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima, relação de descendência e vínculo doméstico.

Durante o julgamento, o promotor de Justiça Ulysses Fernandes Moraes Luz demonstrou que a acusada, na condição de mãe e garantidora da vida do filho, omitiu-se de seu dever legal de proteção, mesmo ciente das agressões praticadas pelo padrasto contra a criança. 

O homicídio ocorreu em dezembro de 2018, e o padrasto, em outro processo, foi condenado a 31 anos de prisão. 

A tese foi acolhida integralmente pelos jurados, que reconheceram a gravidade da omissão e a responsabilidade penal da ré. A sessão teve início às 8h e se estendeu até por volta das 23h de quarta-feira, sendo acompanhada por familiares da vítima.

Segundo o MPRS, a morte da criança por asfixia e politraumatismo foi o desfecho de uma sequência de maus-tratos ignorados pela mãe, apesar de alertas de familiares e testemunhas. “Esta condenação representa um alento à memória de Enzo e reafirma o papel intransferível da Justiça para coibir a violência contra crianças, especialmente quando praticada por aqueles que deveriam protegê-las”, afirmou o promotor.

Evaldo Gomes Notícias/Canguçu - Cópia é autorizada desde que seja citado o autor da publicação ou onde está veiculado.





Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários são de inteira responsabilidade do leitor e não representam a opinião do Blog