A mulher suspeita pela morte do cachorro Branquinho foi presa preventivamente no início da noite desta quarta-feira (13), em Porto Alegre. Um vídeo, de novembro do ano passado, mostra ela matando um cão com uma picareta. Ele era chamado de Branquinho.
Segundo a Polícia Civil, a prisão ocorreu após o Tribunal de Justiça acolher um recurso apresentado pelo Ministério Público e autorizar a custódia preventiva da suspeita. Ela é investigada pelo crime de maus-tratos a animais domésticos.
A mulher suspeita pela morte do cachorro Branquinho foi presa preventivamente no início da noite desta quarta-feira (13), em Porto Alegre. Um vídeo, de novembro do ano passado, mostra ela matando um cão com uma picareta. Ele era chamado de Branquinho.
Segundo a Polícia Civil, a prisão ocorreu após o Tribunal de Justiça acolher um recurso apresentado pelo Ministério Público e autorizar a custódia preventiva da suspeita. Ela é investigada pelo crime de maus-tratos a animais domésticos.
Polícia Civil prende mulher de 32 anos, na Capital, pelo crime de maus-tratos a animais. Ela já havia sido presa preventivamente por ter matado um cãozinho com golpes de picareta, porém foi solta. Hoje, agentes da 15ª DP de Porto Alegre deram cumprimento à nova decisão, e a criminosa foi recolhida ao sistema prisional.
MAUS-TRATOS
A pedido do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), a Justiça decretou a prisão preventiva da mulher investigada pela morte do cachorro Branquinho, ocorrida em novembro do ano passado, em Porto Alegre. A decisão foi cumprida no começo da noite desta quarta-feira, 13, pela Polícia Civil.
Inicialmente, o pedido de prisão preventiva havia sido negado. No entanto, com a atuação do MPRS, que apresentou fatos novos e elementos adicionais ao processo, a Justiça reconsiderou e deferiu a medida.
O caso, registrado por câmeras de segurança, apura a morte do animal a golpes de picareta. A prisão preventiva foi considerada necessária para assegurar a ordem pública e o regular andamento da investigação.
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Está presa a mulher investigada pela prática do crime de maus-tratos a animais, após a constatação de fatos novos e de extrema gravidade no decorrer da investigação.
Inicialmente, o caso teve origem na apuração de crime ocorrido em 9/11/25, quando a investigada teria agredido brutalmente o cão "Branquinho" com uma picareta, resultando na morte do animal.
A prisão foi decretada pela Juíza Vanessa Assis Baruffi, em atuação na 1ª Regional de Garantias de Porto Alegre, após novo pedido de prisão preventiva formulado pelo Ministério Público com base em novos fatos identificados durante a apuração do caso.
Na decisão, a magistrada ressalta a gravidade concreta dos fatos, ao destacar que o episódio inicialmente investigado não foi isolado, mas parte de um padrão de violência e negligência sistemática contra animais.
A magistrada ressaltou que a prisão foi decretada para garantir a ordem pública, evitar a continuidade dos crimes e preservar o bem jurídico protegido. "Não se trata apenas de um ato, mas de um padrão comportamental de violência (a morte do cão "Branquinho" a golpes de picareta) e negligência sistemática e prolongada, levando vários animais à desnutrição e a um estado de sofrimento contínuo", considerou.
Saiba mais em tjrs.jus.br
Evaldo Gomes Notícias - Canguçu/RS. Respeite os créditos. É um princípio fundamental da ética jornalística




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