Total de visualizações de página

FÊNIX SEGURANÇA PRIVADA

FÊNIX SEGURANÇA PRIVADA
Toque na imagem

AUTO RESGATE CANGUÇU

AUTO RESGATE CANGUÇU
Toque na imagem

CONCRETOS FIGUEIRA

CONCRETOS FIGUEIRA
Toque na imagem

BRASIL ODONTOLOGIA

BRASIL ODONTOLOGIA
Toque na imagem

M3 AMBIENTES PLANEJADOS

M3 AMBIENTES PLANEJADOS
Toque na imagem

RURAL NET - INTERNET RURAL

RURAL NET - INTERNET RURAL
Toque na imagem

CLÍNICA DR. FARINA

CLÍNICA DR. FARINA
Toque na imagem

BRUNA ROZA MICROPIGMENTAÇÃO

BRUNA ROZA MICROPIGMENTAÇÃO
Toque na imagem

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Médico é condenado por violação sexual em Canguçu



Em sentença proferida na noite dessa quinta-feira (23/6), a Juíza de Direito Hélen Fernandes Paiva, da 1ª Vara Judicial da Comarca de Canguçu, condenou Cairo Roberto de Ávila Barbosa a 16 anos e 05 meses de prisão, em regime fechado, por violação sexual de nove pacientes. O réu está preso e não poderá apelar em liberdade.


Conforme a denúncia do Ministério Público, o médico ginecologista e obstetra praticava os abusos em atendimento de pacientes, algumas grávidas, no seu consultório e  no hospital da cidade de Canguçu.


A denúncia foi aceita pela Justiça em junho do ano passado, ocasião em que foi decretada a prisão preventiva do acusado.


Segundo a Juíza, as vítimas "relataram terem a sensação de que o procedimento adotado era, no mínimo, estranho, contudo não tiveram a certeza de que se tratava de um abuso sexual, já que tentaram acreditar no procedimento adotado pelo renomado médico".


Na sentença, a magistrada também destaca que após o recebimento da denúncia pela Justiça, "centenas de denúncias surgiram após o caso vir à tona, de mulheres de variadas localidades, inclusive de fora do Estado do Rio Grande do Sul, o que afasta a existência de eventual grupo criminoso voltado para tirar dinheiro do réu, como levantado pela defesa pessoal do réu".


"Inviável acatar a tese de que houve consentimento por parte das vítimas, justamente em razão da fraude empregada, que impossibilitava a imediata identificação do abuso sofrido, levando as vítimas a acreditarem, ou esforçarem-se para acreditar, que o que estava acontecendo era normal".


Além da pena, foi fixada indenização de R$ 25 mil para cada uma das vítimas.


O processo tramita em segredo de justiça.



Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários são de inteira responsabilidade do leitor e não representam a opinião do Blog