MULHER MORRE APÓS SER AGREDIDA DURANTE BRIGA GENERALIZADA NO BAIRRO LINDÓIA
Segundo relatos de testemunhas à família, a vítima, de 44 anos, teria sido imobilizada pelo próprio companheiro enquanto era agredida por terceiros em frente a uma conveniência.
Uma briga generalizada na noite do último domingo (5) terminou em tragédia no bairro Lindóia, na Zona Norte de Pelotas. Gilvanete Quintana da Cunha, de 44 anos, morreu nesta segunda-feira (6) no Pronto Socorro de Pelotas (PSP), onde permanecia em coma após sofrer graves agressões na Rua José Rizzolo, em frente a uma conveniência de bebidas. Socorrida em estado grave com traumatismo craniano, ela infelizmente não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil já iniciou as investigações para esclarecer a dinâmica dos fatos, identificar os autores do crime e apurar as circunstâncias que levaram à morte da mulher.
De acordo com o registro policial, a irmã da vítima prestou depoimento e trouxe detalhes alarmantes sobre o episódio. Testemunhas relataram aos familiares que Gilvanete teria sido imobilizada pelo próprio companheiro no momento em que era agredida pelo grupo de pessoas, impossibilitando qualquer chance de defesa.
Além disso, a familiar informou que a vítima havia passado recentemente por uma cirurgia cardíaca e fazia uso contínuo de medicamentos anticoagulantes, fatores clínicos que podem ter acelerado e agravado drasticamente o quadro de hemorragia e o estado de saúde após o espancamento.
O telefone celular de Gilvanete desapareceu durante a confusão no local do crime e a polícia acredita que o dispositivo possa conter provas ou registros em vídeo fundamentais para o caso. A equipe de investigação trabalha agora para localizar o aparelho, analisar imagens de câmeras de segurança da região e ouvir testemunhas e os envolvidos. Novas atualizações sobre a identificação dos suspeitos serão publicadas assim que divulgadas pelas forças de segurança.
•Pelotas - Notícias 24HRS
Durante as agressões, a vítima sofreu ferimentos na cabeça, no tórax e no abdômen. Ela foi socorrida e encaminhada ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo o delegado César Nogueira, responsável pelo caso, a investigação trata o fato, inicialmente, como lesão corporal seguida de morte.
Gilvanete estava acompanhada do namorado no momento da ocorrência. A partir desta terça-feira (7), a Polícia Civil iniciou a oitiva de testemunhas, do companheiro da vítima e de outras pessoas que estavam no local para esclarecer a dinâmica da briga e identificar os responsáveis pelas agressões.
"Hoje vamos iniciar a tomada de depoimentos e teremos um entendimento maior sobre o caso. Com as testemunhas falando, saberemos mais", afirmou o delegado.
Familiares e amigos descrevem Gilvanete como uma mulher guerreira, trabalhadora e uma mãe dedicada. Ela deixa filhos e familiares, que agora aguardam por justiça.
Até o momento, ninguém foi preso. A investigação segue em andamento.
Informações: GZH/ Grupo RBS
📷 Notícias de Pelotas
Evaldo Gomes Notícias - Canguçu/RS. Respeite os créditos. É um princípio fundamental da ética jornalística
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