Total de visualizações de página

FÊNIX SEGURANÇA PRIVADA

FÊNIX SEGURANÇA PRIVADA
Toque na imagem

AUTO RESGATE CANGUÇU - JUKA GUINCHOS

AUTO RESGATE CANGUÇU - JUKA GUINCHOS
Toque na imagem

CONCRETOS FIGUEIRA

CONCRETOS FIGUEIRA
Toque na imagem

BRASIL ODONTOLOGIA

BRASIL ODONTOLOGIA
Toque na imagem

M3 AMBIENTES PLANEJADOS

M3 AMBIENTES PLANEJADOS
Toque na imagem

RURAL NET - CLIQUE

RURAL NET - CLIQUE
Toque na imagem

CLÍNICA DR FARINA

CLÍNICA DR FARINA
Toque na imagem

BRUNA ROZA MICROPIGMENTAÇÃO

BRUNA ROZA MICROPIGMENTAÇÃO
Toque na imagem

quarta-feira, 18 de março de 2026

Homem é condenado a mais de 99 anos de prisão por torturar e matar companheira em Frederico Westphalen





Na tarde da terça-feira (17), um homem denunciado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) foi condenado pelo Tribunal do Júri, em Frederico Westphalen, a 99 anos, 5 meses e 19 dias de prisão. 

Ele foi considerado culpado pelos crimes de tentativa de feminicídio, feminicídio, tortura continuada, fraude processual e desobediência.

De acordo com a denúncia, a vítima, uma mulher de 35 anos, era companheira do réu e vinha sendo submetida a um histórico de violência extrema. No dia 16 de janeiro de 2025, após um período prolongado de agressões severas, o homem matou a vítima com golpes na cabeça.

A investigação apontou que a mulher foi obrigada a gravar vídeos de si mesma enquanto era agredida. Os exames periciais identificaram lesões em diferentes estágios de cicatrização, evidenciando a continuidade das torturas.

Após o crime, o acusado arrastou o corpo até a varanda da residência e tentou simular um atropelamento, em uma tentativa de alterar a cena, o que caracterizou fraude processual.

O Conselho de Sentença também reconheceu que, em dezembro de 2023, o homem já havia tentado matar a companheira com golpe de arma branca. A vítima sobreviveu na ocasião após receber atendimento médico emergencial.

Dois dias após o feminicídio, o réu desobedeceu uma ordem de parada da Brigada Militar e fugiu para uma área de mata. Ele foi localizado dias depois no estado de Santa Catarina.

Durante o julgamento, o promotor de Justiça Thiago Luís Reinert apresentou as provas reunidas ao longo da investigação, destacando a violência extrema e o contexto de controle, ameaças e agressões no relacionamento.

Os jurados reconheceram todas as qualificadoras, incluindo o uso de meio cruel e o recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foi considerada a circunstância de a mulher ser mãe de dois adolescentes, que ficaram órfãos em decorrência do crime.

O homem está preso desde janeiro de 2025 e deverá cumprir o restante da pena, de 98 anos e 3 meses, em regime fechado.

Reportagem: @ojefersonvargas
Grupo Planalto de Comunicação

Evaldo Gomes Notícias - Canguçu/RS



.


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários são de inteira responsabilidade do leitor e não representam a opinião do Blog